Egito
O fantasma anda junto com o Egito faz tempo. Em três Copas disputadas, nenhuma vez passou da primeira fase, e nas últimas sete partidas de grupo foram seis derrotas. É esse roteiro de frustração, e não a tradição, que define a seleção que volta ao Mundial dezesseis anos depois de 2018. No comando está Hossam Hassan, ex-artilheiro virado treinador, que montou um 4-2-3-1 cauteloso, de marcação e contra-ataque, com tudo orbitando Mohamed Salah. Já na casa dos trinta, o atacante do Liverpool segue sendo o centro de gravidade do time, apoiado por Trezeguet e Mostafa Mohamed, com Ahmed Hegazy firmando a defesa. A classificação africana saiu tranquila, embalada pela regularidade do craque. No Grupo G estão Bélgica, Irã e Nova Zelândia. O sonho atende por um nome: o segundo lugar, e um lugar inédito no mata-mata.
Classificação · G
Após a rodada 3 de 3| # | Seleção | J | V | E | D | SG | PTS |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | BEL | 3 | 1 | 2 | 0 | +4 | 5 |
| 2 | EGY | 3 | 1 | 2 | 0 | +2 | 5 |
| 3 | IRN | 3 | 0 | 3 | 0 | 0 | 3 |
| 4 | NZL | 3 | 0 | 1 | 2 | -6 | 1 |